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São Luiz Gonzaga
9 de outubro de 2014
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João Oliveira comenta sobre falta de pagamento de ações telefônicas

9 de outubro de 2014 l 14:23
Materia atualizada: 09/10/2014 l 14:23




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Nesta quinta-feira o programa Jornal da Manhã teve participação do comprador de ações telefônicas, João Oliveira, que comentou sobre a prisão do advogado Maurício Dal Agnol, efetuada enquanto o advogado saía de seu escritório em Passo Fundo, detido por fraude em alvarás, que teriam lesado cerca de 30 mil clientes no Estado.

João recebeu diversas ligações quando o caso foi noticiado, porém, ele deixou claro que sua parceria se dá com escritório de Porto Alegre, e ainda considera que não está sendo dito para a sociedade tudo o que está acontecendo. Segundo João, as ações foram geradas para pessoas que adquiriram contratos de participação financeira de 1989 a 1995 e várias pessoas que compraram telefone nos anos 70 e 80 estão lhe ligando, questionando sobre seus direitos.

No período de 89 a 95, o Estado, por não ter condições financeiras para fazer um plano de investimento para a telefonia, buscou acionistas, que eram as pessoas que compravam contratos de participação financeira, entrando com dinheiro e recebendo ações em contrapartida. Na hora da distribuição das ações essas pessoas foram lesadas, pois a CRT pagou as ações integralmente para um número muito pequeno dessas pessoas.

Esse ato da CRT gerou essas milhares de ações no Estado, mas, de acordo com João, não está sendo dito pela mídia que, em novembro de 2007, por decisão do STJ, o Judiciário acabou com o direito de mais de 50 mil pessoas em todo o Estado. A mídia divulga a prisão de Dal Agnol, que deve ter sua culpa, mas este grande “canetaço” do Judiciário não está sendo divulgado.
 


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