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Francisco Lourenço fala sobre passagem de cargo na ALM e projetos em pauta na Câmara

Na sexta-feira, cerimônia marcou a posse da nova diretoria da Associação dos Legislativos das Missões (ALM), com o vereador de Caibaté Marcos Welter assumindo o posto de presidente. Na mesma ocasião, o vereador de São Luiz Gonzaga, Francisco (Chiquinho) Lourenço (PDT), se despediu do cargo de presidente. Em entrevista no programa Jornal da Manhã desta segunda-feira (01/04) ele falou sobre sua gestão na entidade.

Classificando sua passagem como mais uma importante experiência em sua carreira política na região, Chiquinho disse que entregou o caixa da entidade com R$ 48.848,00, valor superior em mais de R$ 10 mil ao que recebeu. Todos os encaminhamentos propostos pelos vereadores foram feitos, entre eles os pedidos de melhorias em vias como o trecho da ERS 168 entre Bossoroca e Santiago, ERS 165 entre São Luiz e Rolador, rodovias que, infelizmente, estão em situações muito precárias.

Na continuidade de seu trabalho como vereador, o entrevistado destacou audiência nesta próxima quinta-feira, na Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, a partir das 11h. Junto à comitiva da UERGS, ele estará participando do encontro, que visa tratar das obras da sede própria da UERGS, que tem conformado recurso de R$ 1 milhão do deputado Afonso Motta e senador Lasier Martins, correligionários de Chiquinho.

Estacionamento rotativo e horário do comércio

Sobre os projetos que estão no legislativo são-luizense, Chiquinho disse que o projeto de criação de cargo de agente de trânsito foi rejeitado porque há adequações a serem feitas no serviço atual. Uma delas é a demarcação de espaços, como o oblíquo, que devem ter, no mínimo 2,60m de largura. Em São Luiz a maioria das demarcações é de 2,60m, mas os vereadores entendem que deve haver aumento de, no mínimo, 3m. Ele também considera que a comunidade ainda não aderiu ao sistema de pagamento do estacionamento rotativo via aplicativo no celular e pelos estabelecimentos comerciais.

Sobre o projeto de regulamentação do horário do comércio, ele considera que a legislação, que é de 1998, precisa ser observada, mas também muito debatida, para que ninguém seja prejudicado. O vereador acredita que, se os empresários pagarem o horário diferenciado como hora extra, a grande maioria dos servidores vai querer trabalhar. Ele também é a favor de que o comércio abra em dias alternativos, para que os são-luizense e visitantes tenham a opção de comprar nesses dias.

Rádio Missioneira

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