Na próxima terça-feira (17), os deputados devem definir cinco propostas prioritárias e duas impositi

Foto: Divulgação/Fábio Paiva - Fonte: Assessoria de Imprensa - Autor: Fábio Paiva
11 Outubro 2017 10:10:47

A convocação feita pelo deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) na semana passada foi acatada em peso e dezenas de prefeitos, vereadores, secretários municipais, deputados estaduais e lideranças empresariais, comunitárias e políticas de municípios da Região das Missões (RS) participaram da reunião da bancada gaúcha, nessa terça-feira (10), em Brasília.  Dos 26 prefeitos da Região, pelo menos 17 atenderam ao chamado e vieram pressionar os deputados e senadores gaúchos para que destinem uma Emenda de Bancada para a construção de uma ponte sobre o Rio Uruguai, ligando Porto Xavier no Brasil a San Javier na Argentina.

Nessa primeira reunião os postulantes defenderam suas propostas, cerca de 50 ao todo. Não houve deliberação. Somente na próxima terça-feira (17) é que a Bancada Gaúcha fará uma primeira peneira, definindo inicialmente 17 propostas. Em reunião fechada, os deputados e senadores gaúchos vão definir, em seguida, cinco propostas prioritárias e duas impositivas.

Segundo Darcísio Perondi, que é vice-líder do Governo Michel Temer na Câmara, a grande prioridade da Região Missioneira é a construção de uma ponte sobre o Rio Uruguai, para ampliar o transporte de cargas e passageiros no Mercosul, especialmente entre Brasil e Argentina, e incrementar o turismo na Região, com destaque para a Rota Jesuítica Guarani e os Sete Povos das Missões, recentemente abençoadas pelo Papa Francisco, no Vaticano.

O parlamentar lembra que a decisão de construir uma ponte em Porto Xavier foi tomada com base em estudo de viabilidade técnica e financeira realizado pelos dois países, sob a coordenação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. Pelo estudo, divulgado em agosto de 2016, uma ponte em Porto Xavier poderia ser construída com R$ 60 milhões, menos da metade do que custaria em Itaqui ou Porto Mauá, as outras duas opções iniciais.

O estudo apontou também que uma concessão para a iniciativa privada, construção e operação da ponte, seria inviável no aspecto econômico. Daí a necessidade de que o Governo Federal brasileiro assuma a obra e que a bancada de deputados e senadores gaúchos trabalhe para incluir recursos no Orçamento Geral da União de 2018.



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