Objetivo é chamar a atenção para o alto índice de mortes e feridos no trânsito

Foto: Amanda Lima /Rádio Missioneira - Fonte: Rádio Missioneira - Autor: Róbson Gomes
19 Maio 2017 03:05:46

Conforme o site da campanha Maio Amarelo, o movimento nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. Em São Luiz Gonzaga, o especialista em trânsito, Eduardo Cadore falou sobre a importância da conscientização no trânsito.

Ele explicou que os resultados da campanha se mostram em médio/longo prazo. Porém, afirmou que pesquisas do Dentran apontam uma significativa redução no número de acidentalidade na Década de Ação pela Segurança no Trânsito, a redução chega a 14%. 

O especialista enfatizou que os resultados não são decorrentes somente do movimento "Maio Amarelo", mas sim de diversas ações de conscientização no trânsito. Destacou que apesar da campanha ter ênfase no mês de maio, a entidade responsável pela mesma, produz diversos materiais durante o ano.

Conforme Eduardo, em São Luiz Gonzaga já foram realizadas diversas ações nas duas edições anteriores. Nesse ano, as mesmas devem ser realizadas por meio do próprio CFC Cadore. Disse que qualquer entidade pode aderir à campanha e abraçar a causa. Citou que as empresas e escolas interessadas podem solicitar palestras. Externou que na fanpage e no site do centro de formação, há diversas informações sobre a campanha.

Eduardo argumentou que este ano, a campanha focou na autonomia das pessoas em relação à posse do veiculo, a modo que fomente nos condutores a reflexão em relação às condutas e atitudes tomadas enquanto dirigem.  "As pessoas geralmente pensam que esse é um problema externo e que cabe aos governos resolverem, porém é preciso que as pessoas estejam cientes de suas responsabilidades perante as questões de segurança", falou.

O especialista colocou que dados do Denatran apontam que 90% dos acidentes têm como causa o fator humano, a modo que é de extrema importância a conscientização dos condutores. "É preciso que o motorista pense na fragilidade da vida perante o trânsito. Os motoristas devem obedecer as normas de circulação e conduta", orientou. Conforme Eduardo, é preciso obedecer as normas e pensar na segurança, não somente em evitar  multas por infração, se fiscalizados.

 

 



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