Grupo pretende permanecer o dia todo no local

Várias classes participam do protesto. Fotos: Amanda Lima/Rádio Missioneira - Fonte: Rádio Missioneira - Autor:
012015 08:09:08

São Luiz Gonzaga está sem policiamento hoje. Os policiais militares estão impedidos de sair do 14° BPM. Desde às 6h, manifestantes bloqueiam os portões do quartel.

O protesto é formado por várias classes. Policiais civis, agentes da Susepe, policiais militares de folga ou da reserva, além de professores. A reivindicação principal é a mesma: o pagamento integral dos salários dos servidores, motivo de protestos em todo o Estado. O grupo pretende permanecer o dia todo no local.

Segundo o tenente Dorneles, que falou à reportagem da Rádio Missioneira em nome dos manifestantes, essa foi a última saída encontrada. ''Chegou a esse ponto, ter que vir aqui, pois não tivemos mais recursos'', explica.

Ele afirmou que espera resolver a situação o mais rápido possível. ''Sabemos que a sociedade precisa desses serviços, pedimos a compreensão da população'', disse.

Questionado sobre as conseqüências da falta de policiamento, o tenente afirmou que é injusto, porém, disse que não houve outra alternativa. ''Entendemos que o comércio sofre, os bancos sofrem, sabemos que gera insegurança, mas novamente pedimos compreensão'', destacou.

Professores

Nesta terça-feira, segundo dia da greve, a adesão das escolas é maior. A orientação do Cpers/Sindicato é manter a paralisação até quinta-feira (03).

Presídio

Segundo o representante dos servidores da Susepe locais, Alessandro Aires, são mantidos somente os serviços essenciais, como pátio e alimentação dos presos.

Transferências e remoções estão suspensas. O mesmo ocorre com audiências e aulas, paralisadas até quinta-feira.

Polícia Civil

 A adesão da classe é grande. Na Delegacia de Pronto Atendimento (Dppa), somente atendimentos de urgências são realizados. As demais ocorrências podem ser registradas pela internet. Operações estão suspensas até o fim da greve. 



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